Gerador de slugs para URL
Cole um título e receba a versão pronta para a URL. Escreva um título por linha e você recebe um slug por linha, que é o jeito mais rápido de planejar um lote de posts. As letras latinas acentuadas viram o equivalente sem acento, e a ferramenta avisa quando algo não pôde ser convertido.
Os buscadores leem o hífen como separação entre palavras. O underscore, em vez disso, junta as palavras.
Corta no limite de uma palavra, nunca no meio dela.
O que é um slug e de onde vem o nome
O slug é a última parte legível de uma URL: o slug-generator no endereço desta página. A palavra vem dos jornais, onde o slug era o nome curto e provisório com que uma matéria era arquivada antes de alguém escrever o título.
Ele tem duas funções. Diz à pessoa o que ela está prestes a abrir antes de clicar, o que importa porque URLs são coladas em mensagens sem nenhum outro contexto. E dá ao buscador mais algumas palavras de descrição simples, num lugar onde é difícil empilhar palavras-chave sem ficar ridículo.
Por que a solução óbvia de uma linha está errada
Quase todo mundo escreve a mesma primeira tentativa: passar o texto para minúsculas e trocar os espaços por hífens. Ela falha no primeiro título de verdade que você der.
- Acentos. Apagar "tudo o que não for letra" com uma regra ASCII simples elimina o é por completo, então "café" vira "caf".
- Pontuação. Dois-pontos, vírgulas e travessões não são espaços, então ou sobrevivem dentro da URL ou viram sequências de hífens como
how-to--do-it. - Apóstrofos. Tratá-los como separadores dá
don-t. Apagá-los dádont, que é o que você quer. - Pontas. Um título terminado em ponto de interrogação deixa um hífen solto no fim. Um título que começa com aspas deixa outro no início.
O problema dos acentos, com precisão
O Unicode consegue escrever "é" de duas maneiras: como o caractere único U+00E9, ou como um "e" simples seguido do acento agudo combinante U+0301. Os dois ficam idênticos na tela e nenhum é mais correto que o outro. O truque que toda biblioteca de slug usa é forçar a segunda forma e depois jogar o acento fora: normalizar o texto para NFD, que decompõe as letras pré-compostas em base mais marcas, e então apagar tudo na faixa combinante de U+0300 a U+036F. Esse único passo resolve é, ñ, ü, å, ç e quase toda a Europa Ocidental.
Isso não faz nada por ß, ø, đ, ł, þ, æ ou œ, e é essa a parte que surpreende. Elas não são letras acentuadas: são letras próprias dos alfabetos a que pertencem, sem nenhum caractere base escondido dentro. O NFD as deixa intactas, o filtro ASCII em seguida as apaga, e "Straße" silenciosamente vira "strae". A única saída é uma tabela de equivalências, e é por isso que esta ferramenta carrega uma pequena: ß para ss, ø para o, æ para ae, e assim por diante.
Alfabetos que não dá para converter
Uma URL pode conter caracteres fora do ASCII: os navegadores os codificam como bytes UTF-8 em notação percentual. A barra de endereços esconde isso, então um slug em cirílico ou grego parece perfeitamente limpo enquanto você olha para ele. Copie-o para um e-mail, um chat ou uma planilha e ele vira algo como %D0%BF%D1%80%D0%B8: seis caracteres de ruído por letra, porque cada uma dessas letras ocupa dois bytes e cada byte custa três caracteres para ser codificado.
Então você tem uma escolha real, não uma questão técnica. Manter o alfabeto original e aceitar links codificados e feios quando eles viajarem, ou transliterar para o latino e aceitar uma aproximação. Esta ferramenta não translitera cirílico, grego, árabe, hebraico nem CJK: isso exige tabelas por idioma, e o mapeamento certo para a mesma letra difere entre o russo e o ucraniano. Ela os remove e diz quantos removeu, em vez de fingir.
Regras que vale a pena manter
- Hífens, não underscores. O Google diz há anos que lê o hífen como separador de palavras e o underscore como junção, então
slug_generatorpode ser lido como um único token. - Tudo em minúsculas. Na maioria dos servidores Linux os caminhos diferenciam maiúsculas de minúsculas, então
/About/e/about/são duas páginas diferentes que podem competir entre si. - Curto, mas ainda uma frase. Não existe penalidade por comprimento nem bônus pela brevidade em si. Corte o enchimento e mantenha as palavras que uma pessoa buscaria.
- Nunca mude um slug publicado sem um redirecionamento. Todos os links que já apontam para o antigo quebram. Se precisar mudar, mande um 301 do caminho antigo para o novo e mantenha esse 301 para sempre.
Onde esta ferramenta para
Ela não tem como saber o que já existe no seu site, então vai gerar tranquilamente o mesmo slug duas vezes para dois títulos parecidos. Acrescentar -2 é trabalho do seu CMS, ou seu. Ela também não conhece os caminhos reservados da sua plataforma: um slug como "admin", "api" ou "feed" pode colidir com algo que o seu framework já ocupa.
Remover stop words encurta bem as URLs e de vez em quando destrói o sentido. "The Who" vira "who" e "To Be Or Not To Be" vira "not"; a lista inclui as palavras funcionais do inglês e também as do português, então "A Casa de Papel" vira "casa-papel". Deixe a opção desligada para títulos que se apoiam em palavras pequenas, e leia o resultado antes de publicar.
Perguntas frequentes
Um slug de URL deve usar hífen ou underscore?
Hífen. O Google afirma há muito tempo que trata o hífen como separador de palavras e o underscore como junção, então um slug com underscore pode ser lido como um único token. O hífen também é o padrão de praticamente todo CMS.
Qual deve ser o tamanho de um slug?
Longo o bastante para descrever a página e curto o bastante para ser lido num resultado de busca. De três a seis palavras é uma faixa confortável. Uma URL longa não sofre penalidade de ranqueamento, mas o corte nos resultados e nos aplicativos de mensagem deixa as longas menos clicáveis.
O que acontece com os caracteres acentuados?
Eles viram o equivalente latino simples: é vira e, ñ vira n, ü vira u. As letras que não são a versão acentuada de nada passam por uma tabela de equivalências: ß vira ss, ø vira o, æ vira ae.
Posso usar cirílico, grego ou chinês num slug?
Tecnicamente sim, já que os navegadores fazem a codificação percentual. Na prática a forma codificada aparece sempre que o link é copiado como texto simples, transformando cada letra em seis caracteres de ruído. Esta ferramenta remove esses caracteres e informa quantos, em vez de chutar uma transliteração.
É seguro mudar o slug de uma página publicada?
Só com um redirecionamento 301 do caminho antigo para o novo. Sem ele, cada link, favorito e resultado de busca existente aponta para um 404, e os sinais de ranqueamento acumulados vão junto.
Última atualização 19 de setembro de 2026